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domingo, 20 de junho de 2010

Desusa

Minha irmã;
Amei-te ao ler
Na simplicidade das tuas mãos
O teu milenar mistério.

Soube do consolo do teu silêncio
Ao deitar no teu colo e sonhar
Embebido pelo teu cheiro
De amor desmedido

E não há outro jeito;
É do silêncio que saímos,
Olhos fechados que vêem...
No Escuro do fazer!
Sonhar algo acordado
No abraço fechado

Amo te minha irmã
Amo teu jeito e trejeitos
Amo tua incúria,
Teu grito de amor enfurecido
Teus feitos
Amo tua frieza e calidez jungidas
Na mesma sofreguidão
Amo te minha irmã

Desde as areias, até as montanhas,
Amo-te no vento e no tremor
Que fazes em movimento,
Açambarcando meu corpo ao seu!

1 comentários:

LUCONI disse...

Querido poeta,já lo quatro textos seus, se você deixar comentário no que gostei, teria que deixar em todos, como é belo este seu poetar e como consegue falar a minha alma, sempre que o tempo permitir, eu aqui virei para saciar a minha alma sempre sedenta de amor, paz, irmandade, beijos em tua alma, que sei reluz e muito, avante na missão, Luconi