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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Um tantinho de amor,

Um tantinho de amor;
Destes, com rimas de flor,
E eu faria das tuas as minhas poesias.

Construiria castelinhos de areia e navegaria
Nos mares de sonhos e algodão doce
Das tuas fantasias;
Que insisto, não compreendo!

Um só turno de delicias;
E eu te perdoo,
Por não me compreenderes.
Mas, não me queiras;
Sonhador nas tuas causas sem eiras ou beiras.
Tenho o pé no chão
E tu queres aponta-lo,
Para o destino que me traças.

Sou de capas e espadas,
Tenho a guerra na fronte,
E o crepúsculo na tez!

Sou de outros tempos!
Deste vosso, não tenho lembranças.
Sou assim, sem fim ou inicio.
Não tenho carências

Queira-me em silencio
Sem sonhos, sem esperanças,
Sem subterfúgios, sem amanhã, sem eternidades.








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