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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A carta

Me perguntaram

E assim respondi

Saudações,
 Sei que sim! Um olhar que não seja passional sobre as relações interpessoais na atual sociedade humana, possibilitará a visão desta coexistência. Vou adiante e digo-lhe que o sentimento de Ódio, impulsiona o sentimento de amor. O amor ganhou nome e sobrenomes, quando o ódio foi impulsionado e tido como ferramenta destrutiva. No entanto do amor o que sabemos? Quais os estados d'alma de quem verdadeiramente ama? Será que o amor é esta associação de estados enfermiços que comumente afirmam os que dizem amar? Tipo: " Não vivo sem fulano(a)!" "Por eles, eu mato e morro!" Do ódio, todos achamos saber (semelhante ao amor) e costumamos afirmar:" Quanto ódio! E, com a mesma naturalidade dizemos: Eu odeio! Não, não odiamos! O ódio é sentimento para poucos... Os que verdadeiramente odeiam, já perderam de vista o que temos de mais precioso que é a capacidade de gerar vida, estão encrustados de chagas que devoram sua capacidade de orientar-se pelo sol, vivem nas trevas e ao olharem no espelho não veem senão a si mesmos, estes perderam a humanidade. Na atual momento da vida humana terrena, o ódio e o amor coexistem pacificamente... É função do arquiteto humano que traça na intimidade de seu ser, o seu futuro. Perceber a interação, que ele arquiteto, permite entre estas possibilidades distintas e separá-las, (ódio e amor) subjugando o ódio (capacidade destrutiva) com ações fortes, e para tal; usar de ferramentas que lapidem, metamorfoseiem, esta parcela de animália que existe, !em si mesmo e que homem denomina ódio. O amor de nada carece, ele subsiste a nós e em nós revelado é o supremo arquiteto

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